Já me perguntei se, neste ano tão raro em que o meu clube - um clube essencialmente católico, porque só ganha quando deus quiser - regressou ao esplendor na relva, não deveria ter pintado o meu galo da bela cor da dita. Só posso prometer que se, no próximo ano, voltarmos a ganhar, irei mudar definitivamente a cor das penas do "galo" que este ano, por uma vez, não tivemos.
