sexta-feira, junho 28, 2024

Procurem...

Continuo a achar que não se deve pedir à senhora procuradora-geral da República para se demitir. A senhora dever ser demitida e já. A decência e a autoridade do Estado já deviam ter conduzido o primeiro-ministro e o presidente da República a esse gesto. Por que não o fazem?

6 comentários:

  1. Quem se mete com o PS leva.

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  2. Porque têm medo.
    Todos os políticos portugueses têm medo do Minstério Público, que pode facilmente arruinar a carreira e a reputação de qualquer deles.

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  3. Sem dúvida.No entanto, com tantas tropelias e inacreditáveis decisões,como é que ainda está no cargo?? Quem é que a "mantém de pé" e por quê??O MP é o quê???
    É uma vergonha sem paralelo.

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  4. João Cabral, ninguém serve. A culpa não reside na pessoa do PGR. Para já, o(a) PGR não tem, virtualmente, poderes. Depois, como o PCP sempre muito bem diz, a questão não está nas pessoas, a questão está nas políticas seguidas.
    Enquanto o Ministério Público não for reduzido à condição de advogado do Estado, nada feito. Enquanto o Ministério Público não tiver apenas e somente os mesmos poderes de um advogado, nada feito.

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  5. O historial das escutas de Joao Galamba veio mostrar que é o MP atua à margem da legalidade violando ostensivamente os direitos liberdades e garantias dos cidadãos consagrados na Constituição da República, mas também que a magistratura judicial é conivente neste processo pois as escutas foram aparentemente validadas por 16 juizes e nenhum se incomodou com o facto do quotidiano de um cidadão e das pessoas que com ele interagiam fossem registados durante quase 4 anos.

    O bando de foras da lei que perseguem cidadãos perante a passividade inepta ou cúmplice da PGR não estão sozinhos!

    E falam eles de Estado de Direito! Só se for o direito de perseguir os seus concidadãos sem estarem sujeitos a qualquer escrutínio. E quando entre os seus pares alguém se levanta contra a ignomínia (ver o caso da Vice Procuradora Maria José Fernandes) é-lhe aberto um processo disciplinar.

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