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quarta-feira, junho 26, 2024

Comuns


Que me recorde, o "The Economist" tem um histórico muito positivo, em termos de acerto nas projeções eleitorais na política interna britânica. Daí que seja muito significativo o que acaba de publicar.

Nesta previsão, os conservadores cairiam para cerca de metade ou mesmo um terço dos seus atuais deputados e os trabalhistas mais do que duplicariam a sua representação (com maioria absoluta folgada). Liberal-democratas e escoceses do SNP não contariam minimamente para o equilíbrio final. A única verdadeira curiosidade parece ser o resultado dos ultra-conservadores e populistas do Reform. O regresso de Nigel Farage à sua liderança trouxe um sopro de entusiasmo - e de desgaste correlativo dos conservadores -, mas a peculiaridade do sistema eleitoral britânico pode não recompensá-los em termos de mandatos.

Mandelson

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