Tinha uma voz rouca, inconfundível. E tinha, entranhado, um imenso e saudável sportinguismo. Um dia, numa sala de espera da SIC, disse-lhe do gosto que tinha em conhecê-lo pessoalmente, a ele que quase não fazia ideia de quem eu era, mas a quem eu devia alegrias que não esquecia. Falámos uns minutos, já nem sei bem de quê. Morreu agora, com 72 anos.
