sábado, janeiro 14, 2023

As palavras e as coisas

 


7 comentários:

manuel campos disse...


Desde os longínquos tempos em que um panfleto alegadamente das FP-25 de Abril ameaçava o director de determinada unidade fabril (que por acaso era eu) de sevícias variadas, ainda que não muito claramente especificadas, que me habituei a olhar para isto tudo com o necessário distanciamento.
A prova é que não me dei mal com isso, ainda aqui ando a chatear toda a gente.

Documentos destes, de tão infantis que são, só ridicularizam os que os espalham pelas redes sociais, acho até que muitas vezes têm a sua origem num lado que sabe que o outro é suficientemente infantil para se enterrar nisto.

A Nossa Travessa disse...

Meu caro Chicamigo
Esta “chamada” de Flávio Dino por Michel Foucault para seu mentor é um perigo. O Brasil já tem motivos mais do que suficientes para temer as gravíssimas situações que estão longe se solução. O próprio presidente Lula reconhece a imensidade da tarefa que tem pele sua frente – e não o esconde.
"A História, - segundo Foucault - cerca-nos e delimita-nos; ela não diz o que somos, mas do que nos estamos a diferenciar; ela não estabelece a nossa identidade, mas a dissipa em proveito do outro que somos. Em resumo, a História é o que nos separa de nós mesmos.". As palavras são dele.
Veremos o que isto vai dar. Como amigo e “família” do Brasil espero que não se chegue à guerra civil; resta saber o que vão fazer os militares…
Abração
Henrique

Francisco Seixas da Costa disse...

Caro Henrique. Tens toda a razão. Ir buscar para assessor um fulano que morreu em 1984 configura um obsceno desafio à ordem temporal que a todos cumpre respeitar. Quando morreu, Foucault nem esperaria que a ditadura brasileira iria cair um ano depois…

Ésse Gê (sectário-geral) disse...

Os brasileiros são muito dados ao paranormal; por isso é provável que haja muitos cidadãos capazes de manter uma proveitosa conversa com o além.

hmj disse...

Senhor Embaixador:
Costumo dizer, com propriedade profissional, que a ignorância é atrevida, no Brasil e cá também. É preciso aumentar a vigilância, porque ela avança com pézinhos de lá, sobretudo em alguma imprensa de forma mais visível.

Retornado disse...

Na América Latina, se tirarmos Argentina e Chile que de crise em crise não deixam de se entender, todos os outros estão tão confusos, que nem os africanos recém-independentes.

Uma tristeza!

Nuno Figueiredo disse...

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