Para além da óbvia demissão, pela hierarquia do ramo militar respetivo, de um capelão que, pelos vistos, parece achar que uma provocação e alguns copos podem justificar um assassinato, estou muito curioso em saber qual vai ser a reação de uma outra hierarquia a que o tal capelão também está subordinado. Essa mesma!
Mais curial seria perguntar para que raio tem a Armada, em tempos de paz, um capelão pago pelo erário público.
ResponderEliminarEm vez de demitirem este capelão, deveriam de uma vez por todas acabar com os capelões nas Forças Armadas.
Pois pois, e zero sobre a SEAE.
ResponderEliminarEspero que dê o devido puxão de orelhas...
ResponderEliminarO senhor embaixador pediu? Aqui tem:
ResponderEliminarhttps://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/igreja-puxa-as-orelhas-ao-almirante-gouveia-e-melo
Capelães.
ResponderEliminarMas quem se julga esse capelão, juiz ou advogado dos dois suspeitos de assassínio!? Passaram~lhe procuração? Eu não o admitiria nas Forças Armadas Haja decoro!
ResponderEliminarCAPELÃES
ResponderEliminarEu não quis atacar os capelães! Este é da raça dos capelões.
ResponderEliminarE eis que o capelão é readmitido. Pois é, Gouveia e Melo, nos seus já conhecidos tiques de "eu é que mando", desta vez saiu-se mal. O almirante implacável foi placado. Que se tenha atenção à personagem que tanto gosta de aparecer.
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