domingo, março 20, 2022

Diz o Provedor do “Público”

 


3 comentários:

  1. Foi um péssimo sinal, esse apagão noticioso. E não muitos o têm questionado, neste sonambulismo das ‘democracias ocidentais’ a que vamos assistindo. E não é de agora.

    ResponderEliminar
  2. Não é verdade que isto não tenha paralelo na história moderna. Nas guerras entre os EUA e o Iraque aconteceu a mesma coisa.
    Em 1991 eu vivia na Alemanha e escutava a rádio alemã (WDR). Todos os dias, eles informavam sobre a guerra nos noticiários. E dizeiam assim: "nada temos a informar, uma vez que todas as informações disponíveis provêem de uma das partes e não podem ser confirmadas". E era tudo. Aquilo eram jornalistas a sério.

    ResponderEliminar
  3. A informação tem sido enviesada mas em relação aos refugiados que vão para a Rússia bastará visitar este pequeno post (passe a publicidade) com informação de 7/Março (https://imagenscomtexto.blogspot.com/2022/03/estatistica-da-onu-sobre-destinos-de.html) onde se referem até 99300 refugiados na Federação Russa, sendo a fonte a UNHCR (United Nations High Commission for Refugees). A BBC tinha um gráfico com a mesma informação nessa altura.

    ResponderEliminar

Um livro e uma mesa (9)

O livro de hoje é " A Cultura integral do indivíduo - Conferências e outros escritos ", de Bento de Jesus Caraça , numa edição da ...