Sei que incomoda ouvir isto, mas é uma lição dura perceber que o grau de generosidade no acolhimento dos refugiados de guerras depende, pelos vistos, de onde eles sejam originários. Angela Merkel merece, nesta matéria, uma palavra de grande respeito.
Eu diria que o que custa mais é perceber a hipocrisia de (fingir) não compreender que, de facto, a origem pesa na nossa vontade de ajudar os outros.
ResponderEliminarEra só o que faltava que os polacos, os romenos, os moldavos não ajudassem os seus vizinhos diretos! O que diriam os agora indignados se os governos destes países fossem "coerentes" e se recusassem a ajudar esta gente. Era o fim do mundo.
E se há assim tanto choque por ver vizinhos ajudarem os que lhes estão mais próximos, é favor - já! e por questões de coerência -, agir para com a China da mesma forma que se age contra Moscovo. É que os tibetanos também não pediram para serem invadidos e submetidos pela força! Haja coerência em tudo.
depende, pelos vistos, de onde eles sejam originários
ResponderEliminarDepende também do risco a que eles estavam sujeitos no país de onde efetivamente vieram.
Um sírio que se encontra na Turquia não sofre aí risco. Se migra para a Polónia, é normal que os polacos não percebam porque não permaneceu ele na Turquia.
ResponderEliminarSe, em oposição ao cidadanismo de Roma da NATO... a Russia apoiar a elaboração do Mais Elementar dos Tratados de Paz...
----> A RUSSIA PODERÁ VIR A SER A LÍDER DO MUNDO LIVRE!
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Os boys e girls unidos no '''saque das riquezas da Russia''' pretendem comer- nos por parvos!
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Sim: os boys e girls unidos no '''saque das riquezas da Russia''' recusam o Mais Elementar dos Tratados de Paz:
---> um tratado de paz que recuse o MAIS VELHO DISCURSO DE ÓDIO DA HISTÓRIA -> o ódio tiques-dos-impérios: o ódio a povos autóctones dotados da Liberdade de ter o seu espaço e prosperar ao seu ritmo.
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O cidadão de Roma da NATO ambiciona fazer na Russia (um território imenso no planeta, com apenas 140 milhões de habitantes)... aquilo que já foi feito a povos autóctones da América do Norte, do Sul, etc
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Os autóctones Identitários são alvo de ódio por parte dos cidadãos de Roma da NATO... porque... os Identitários autóctones não estão interessados em:
1- negociatas de índole esclavagista: isto é, negociatas que pressupõem a existência de outros como fornecedores de abundância de mão-de-obra servil.
2- negociatas de índole colonialista: isto é, negociatas que pressupõem a substituição populacional de povos autóctones considerados economicamente pouco rentáveis.
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-> Para o cidadão de Roma da NATO roubar/saquear territórios (em conjunto com sabotagens sociológicas: substituições populacionais, holocaustos massivos, etc) a povos autóctones...
... é uma herança universalista/multiculturalista!?!
[veja-se: América do Norte, Sul, etc]
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Mais:
- quando se fala na devolução de territórios a povos autóctones (que foram impedidos de ter tempo de prosperar ao seu ritmo)... o cidadão de Roma da NATO quer que essa devolução seja considerada 'racismo'!?!
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Mais:
- o cidadão de Roma da NATO instiga o cerco a Vladimir Putin por países da NATO: boys e girls a aguçar o dente às riquezas da Russia.
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Putin deveria ter feito uma ofensiva diplomática:
-> os líderes do europeu-do-sistema XX-XXI (Merkel, Sarkozy, etc) deveriam ser JULGADOS POR CRIMES CONTRA A HUMANIDADE.
[estiveram em conluio, quer com a destruição de economias, quer com o massacre de milhões de pessoas]
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Um exemplo:
- Merkel (etc) bloqueiam a investigação à forma como chegam armas a 'grupos rebeldes' que... não possuem fábricas de armamento!
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Merkel (etc) estão preocupados é em acusar de '''RACISTAS'''/xenófobos os Identitários separatistas que dizem o óbvio:
- «a recepção de refugiados faź parte do negócio... os países aonde são produzidas as armas utilizadas pelos 'grupos rebeldes' é que têm de pagar a ajuda aos refugiados».
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[É isso: a máfia do armamento fornece armas a 'grupos rebeldes' (sim: os 'grupos rebeldes' não possuem fábricas de armamento!) para lucrar, não apenas com a venda de armas, mas também com o acesso a recursos naturais de baixo custo (petróleo, etc)... e mais, são deslocados para locais aonde existem investimentos interessados em negócios de abundância de mão-de-obra servil].
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SEPARATISMO IDENTITÁRIO; sim, óbvio!!!
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Os IDENTITÁRIOS SEPARATISTAS vão querer estar em coligação com a Russia
... e...
vão querer LIBERDADE/DISTÂNCIA/SEPARATISMO do cidadão de Roma da NATO.
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Sim:
- NA ORIGEM DA NACIONALIDADE ESTEVE O IDEAL DE LIBERDADE IDENTITÁRIO ("ter o seu espaço, prosperar ao seu ritmo")... não foi... o ódio do cidadanismo de Roma.
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SEPARATISMO 50-50:
-> os globalization-lovers, UE-lovers, etc, que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa.
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-» blog http://separatismo--50--50.blogspot.com
Eu faria, sobre refugiados, uma outra observação:
ResponderEliminarÉ difícil não ver, na vontade que muitas autarquias exibem de receber refugiados, a tentativa de suprir necessidades de mão-de-obra que cada vez mais se fazem sentir em toda a casta de empresas (e no Estado também). Necessidades que o governo se mostra incapaz (talvez devido a restrições impostas pela União Europeia) ou com pouca vontade de suprir através da organização de migração sistemática a partir de países menos desenvolvidos.
É pena que autarquias e empresas tenham que ser vorazes a procurar atrair refugiados essencialmente por motivos laborais.
Lavoura, é mais do que isso: não só a onda de "refugiados" tinha imensa gente (maioria?), que nem sequer fugia da Síria, como tinha gente que nem sequer vinha de países em guerra!
ResponderEliminarE há que lembrar que essas pessoas ainda recentemente foram usadas pela Bielorrússia para desestabilizar as fronteiras europeias. Digo até que, à luz dos acontecimentos atuais, esse fenómeno não passou de um teste à prontidão das forças ocidentais.
Para além de tudo isto, não me parece que os refugiados ucranianos (cuja fonte de miséria nós acompanhamos "ao vivo e em direto"), tenham como objetivo assentar arraiais na Europa ocidental, desde logo porque o que nós vemos são famílias desfeitas em que o homem fica na Ucrânia para combater.
O Estado português fala recorrentemente em "países irmãos" e em preferência às pessoas que falam português. Querem ver que o Estado português é oficialmente racista?
Ah, como tem razão Senhor Embaixador ! Oh se os mesmos que rezam nas igrejas e nas ruas da Europa, e os que manifestam pelos ucranianos, tivessem manifestado em massa, com todo o mundo mediático em uníssono, com as fotos dos meninos afogados no Mediterrâneo, com o sapatinho e a boneca na areia, inertes, sim, se tivessem manifestado em favor dos milhões de afegãos, iraquianos, sírios, líbios, somalis, iemenitas, que fugiam das nossas bombas, mesmo cirúrgicas, oh que o mundo seria mais justo.
ResponderEliminarMas não, esses que vinham do Oriente Médio, por vezes falando a língua do Cristo, não eram vistos como irmãos…porque eram muçulmanos, que aprendemos a detestar em Ceuta…
Vejam lá que em França, os ucranianos até entram em magotes; sem visto, e são recebidos sem problema, pelos cidadãos e pelas instituições…
Alguns, pertencem à família dos membros do Pravy Sektor e Azov , O Sr. Avakov não era de forma alguma um novato. Várias vezes milionário, procurado pela Interpol por grandes crimes de corrupção e violência, foi preso na Itália e deve a sua libertação à sua eleição para o parlamento ucraniano, habilmente combinada pelos seus comparsas.
Bem esclarecido pela "revolução" de Maidan, foi imediatamente nomeado Ministro do Interior e, nessa qualidade, decidiu atribuir aos movimentos neonazistas Pravy Sektor e Azov a responsabilidade de combater os "inimigos da Ucrânia", quer dizer, as organizações de esquerda, sindicatos, antifascistas.
A notoriedade dos delitos deste ministro foi tal que a "Transparêncy International "levantou o seu caso e condenou a sua nomeação para um cargo tão importante.
Condenação acompanhada pelo rabino-chefe da Ucrânia Yaakov Bleick, sendo bem conhecido o anti-semitismo de Pravy Sektor e Azov.
Todo esse tumulto não foi suficiente para dissuadir o presidente Zelenski de confirmá-lo como seu ministro do Interior; Avakov pôde, assim, permanecer no comando da governança do país por 8 anos, até Julho de 2014.
E assassinar 14 000 ou mais dos ucranianos russofonos no Donbass durante oito anos.
Foi talvez porque tinham dúvidas sobre a “humanidade” desses “refugiados”, que os britânicos bloquearam algumas dezenas em Calais.
Também o senhor embaixador a contribuir para a culpa europeia de tudo o que se passa no mundo? Não vi críticas à falta de entreajuda entre países muçulmanos, por exemplo. Mais uma vez, foi a Europa a dar uma ajudinha. Mas se não desse, eram uns malvados, claro. Além disso, o povo humilde ucraniano não merece relativizações desse género, não lhe parece, senhor embaixador?
ResponderEliminarPor mim gostaria de saber onde vai o governo desencantar milhares de empregos para os que vamos receber se por cá temos milhares de desempregados (muito mais do que os dos mapas dos gabinetes) e onde um trabalhador que perca o emprego por volta dos 50anos se vê grego para arranjar outro, sendo entretido entre POCs e formações até se esgotar o prazo do subsidio .
ResponderEliminarDulce Oliveira,
ResponderEliminarQuem tem de "desencantar" empregos não é o Governo mas sim as empresas! E, pelo que parece, o que não falta são empresas a oferecer trabalho. A Dulce tem estado em Marte nos últimos tempos? Fugiu para lá por causa da COVID? Não ouve os empresários a queixarem-se de que não há gente para trabalhar? Passa na TV, o problema.