quinta-feira, setembro 10, 2020

Os que perderam o Norte

A “righteousness” da Europa do Norte é um velho vício arrogante. Vimo-lo emergir nos tempos negros da Troika. Sempre por cá encontrou seguidores, como sabemos. Ressurgiu agora na pandemia, através de uma fauna de neo-libertários, à cata de argumentos políticos auto-flagelatórios

4 comentários:

  1. Anónimo09:32

    Senhor embaixador permita-me discordar da sua posição relativamente a esta matéria, pois, por mais incomodativo que seja, tenho que admitir que os povos do Norte têm razão. Não será profundamente injusto estarem eternamente a contribuir e os povos do Sul eternamente em agonia financeira? Isto porque não planificam, não se organizam, não atendem às necessidades das populações, porque permitem a corrupção e o saque dos dinheiros públicos..., enfim! Por tudo isto é muito mais eu tenho que admitir que têm, infelizmente razão.

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  2. Anónimo13:45

    Tavez os povos do sul devessem ser mais iguais a si mesmos e deixar de tentar singrar e crescer dento de moldes desadequados aos seus climas , almas e culturas.Ainda vamos a tempo!
    De resto concordo com o nosso ilustre embaixador

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  3. João Cabral17:05

    E não há palavra portuguesa para "righteousness", senhor embaixador? Dezenas... É curioso que vá buscar uma palavra do país mais arrogante de todos, que acha que só está bem fora da UE. E com este uso desbragado e injustificável de anglicismos e galicismos se demonstra o nosso complexo de inferioridade em relação ao que vem de fora.

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  4. Anónimo22:16

    porque é que não se admitem nas nossas instituições
    especialmente bancárias alguns desses especialistas do norte que teriam a responsabilidade de vigiar as saídas dos nossos dinheiros?!
    mas não do tipo daqueles que já cá estiveram, porque parece que esses viam no país deles e aqui não viram nada, talvez encandeados pela forte luz solar?!
    e a "agonia financeira" parece que foi tratada como antigamente, com sangrias e ventosas!

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