domingo, março 27, 2022

O Porto sem ministro


O Porto não tem ministros no novo governo. Vozes do Norte reclamam pelo facto de a segunda cidade do país, com a saída de Santos Silva, não ter quem a “represente”. É um governo “de Lisboa”, dizem alguns. Outros dirão que uma “figuração” regional já não se justifica, nos dias de hoje. Sei lá quem tem razão…

Ou melhor, sei. Pode ler aqui.

4 comentários:

  1. João Cabral13:34

    Já temos a paridade sexual, vamos também pugnar por um governo paritário Porto/Lisboa? Era só o que faltava neste país cada vez mais estúpido.

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  2. Meu caro Embaixador
    Sobre o dito “governo de Lisboa” do AC, os seus tweets são suficientemente elucidativos.
    Gostava é de saber a sua opinião sobre as recentes palavras do actual PR sobre a formação do governo.
    Será que é legítimo a um PR, num regime democrático de separação de poderes, arvorar-se na pele de comentador político pronunciar-se deste modo: “Eu não sou primeiro-ministro, sou Presidente da República, portanto, não sou eu que tenho de formar o governo. Como primeiro-ministro, formaria certamente um governo noutra área política e com outras pessoas”.
    Será que tudo se perdoa ao Marcelo, que contrariando a postura institucional dos seus antecessores, continua a demonstrar um entendimento popularucho e confortável do seu papel de PR?
    Cordiais saudações.

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  3. Os Ministros do Norte, afinal Matos Fernandes também fez a sua vida no Porto, mesmo se adotado pela cidade, não se têm distinguido dos demais, Sr. Embaixador.

    Eles (ou elas, Elisa Ferreira é um notável exemplo passado, só é pena não haver mais de que eu me lembre) despem a camisola tripeira e vestem a de Portugueses, que é o que se deveria esperar, aliás. São Ministros da República...

    A única exceção foi porventura Fernando Gomes, e o seu consolado como Ministro não correu lá muito bem.

    É o edil portuense quem normalmente assume as dores da cidade e da região e que a representa, bem ou mal, procurando revindicar do Poder Central aquilo que considera justo para a dita região.

    Na falta de uma verdadeira regionalização (após a qual a voz da cidade poderá quiçá ser ficar algo abafada pela criação de uma instância de poder intermédia) é o melhor que se pode arranjar...

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  4. João Cabral17:52

    O novo presidente da AR, segunda figura do Estado, é do Porto... Ora calem-se lá os bairristas bacocos.

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