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quarta-feira, abril 08, 2020

O desabafo do Eugénio


Eugénio Lisboa é, de há muito, um amigo. Escritor, crítico e homem desassombrado, tem sobre a vida, e sobre as coisas que ela nos traz, opiniões sempre claras. Não se esconde por detrás das palavras, usa-as como armas da crítica, na fórmula de um clássico. Diz o que pensa, o que é muito evidente nas memórias com que, desde há alguns anos, nos tem recordado tempos e pessoas do seu passado rico e diverso.

Nestes dias de chumbo, em que a poesia e a graça fazem parte do quotidiano de todos nós, mandou-me este curto exercício de estilo.

Ele aqui fica, com um abraço para ele e votos de muita saúde, para que o sol, que não tardará, o possa fazer voltar a sentar, com conforto, nos únicos bancos em que sempre podemos manter confiança.
VERSINHOS DE UM POETA COM ALGUMAS DIFICULDADE DE CONJUGAÇÃO
O Trump, fodido, irá-se
embora se a peste vá-se.
Que chatice se ele ficasse
no governo e nos lixasse!
Que bom se ele se fixasse
na sua Torre e se calasse!
Se o Almada ainda falasse,
diria que o Trump, sem classe,
cheira mal da boca – hélas!

Eugénio Lisboa,

Com um muito humilde pedido de desculpas
por isto não ser tão bom como, digamos, os Lusíadas!

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