Por que será que ninguém explica que nos saiu em rifa, como único vizinho, um dos países mais afetados pelo vírus, que éramos parte de um espaço de livre circulação que tinha todas as suas fronteiras desativadas, que havia, no início da crise, um imenso e incontrolado influxo de turistas e que igualmente se verificou uma entrada súbita de muitas pessoas vindas da nossa imensa diáspora, de origens onde a epidemia já grassava?
