Olhei o “Público” de hoje e dei comigo a pensar que, apesar de tudo, ter a Charlotte Rampling à frente da Comissão (vejam-se as fotografias) talvez não fosse mau de todo. Desde que o “Oxygène” do marido francês não substituísse o “Hino à Alegria” do alemão de Bona. Mas, depois, lembrei-me que o Jean-Michel Jarre já saiu da vida da atriz há muito, após uns pecadilhos extra-conjugais. E que a nossa senhora, salvo seja, chama-se Ursula qualquer coisa e foi a confessada feliz aposta dos amigos de Orbán. Se o mundo não está perigoso, não sei bem o que esteja.

