segunda-feira, janeiro 21, 2019

Chover no molhado

As coisas são o que são e não o que gostaríamos que fossem. Diz-nos a TSF que, em Ferreira do Alentejo, deixou de haver jornais em papel à venda. Quantas ”Ferreiras do Alentejo” não existirão por aí, cada vez mais? Os jornais em papel estão, de facto, a desaparecer? É que se, entre os que eventualmente “sobram”, e sabe-se lá por quanto tempo, ficarem apenas o “Correio da Manhã” e os desportivos, isso diz muito do futuro da imprensa em papel no nosso país. Não vale a pena chover no molhado, mas lá que acho isto muito triste, lá isso acho. E, vale a pena dizer, não é culpa de ninguém, é a vida!

3 comentários:

  1. Anónimo10:58

    Este seu post deixa muito a desejar

    "É que se, entre os que eventualmente “sobram”, e sabe-se lá por quanto tempo, ficarem apenas o “Correio da Manhã” e os desportivos, isso diz muito do futuro da imprensa em papel no nosso país. "

    Isso diz muito é do nosso país e do nível geral de cultura.

    "E, vale a pena dizer, não é culpa de ninguém, é a vida!"

    Talvez o fraquíssimo espírito critico português junto com o fraquíssimo espírito critico que boa parte dos jornalistas demonstra ajudem a explicar.



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  2. Também há muitos concelhos do país em que não há hospital e não há sala de concertos.
    É claro como água que, não havendo suficiente mercado para uma coisa, essa coisa ficará indisponível.

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  3. Pois... a resignação é o nosso problema de fundo. Assim se passa com o acordo ortográfico e com outras situações tanto ou mais graves. Esta resiganção é própria dos países moribundos, como o nosso.

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