Morreu em 1925, com 52 anos. Chamava-se António Emílio da Costa e era meu avô.
Na família do meu pai, sobreviveu para sempre um grande orgulho pelo facto desse republicano maçónico ter combatido, de arma na mão, a tentativa “talassa” de restaurar o regime que, quase nove anos antes, havia caído na Rotunda. E ganhou.
Há precisamente 100 anos, teve lugar essa tentativa de golpe contra a República, que ficou conhecido pelo nome, quase irónico, de “monarquia” do Norte. E que falhou, claro.
