Fujo quanto posso a ver séries na televisão. Porquê? Porque temo ficar “agarrado” a elas. Como fiquei agora com este “Baron Noir”, que a RTP 2 está a transmitir. Com uma realização ágil, que o mesmo é dizer, pouco francesa, servida por uma banda sonora envolvente e contemporânea, uma vez mais pouco francesa, o “Baron Noir” tem-me feito perder horas de sono (só consigo ver de madrugada), mas ganhar horas de prazer visual. Para quem, como eu, (julga que) conhece bem a vida política francesa, é muito interessante observar a coreografia cruel da sua luta política ficcionada. Uma frase que hoje ouvi num dos episódios quase que sintetiza todo espírito desta bela série: “Em política, o ódio é melhor do que um diploma”. Será mesmo assim?
Seguidores
Se quiser ser informado sobre os novos textos publicados no blogue, coloque o seu email
sexta-feira, janeiro 18, 2019
Baron Noir
Fujo quanto posso a ver séries na televisão. Porquê? Porque temo ficar “agarrado” a elas. Como fiquei agora com este “Baron Noir”, que a RTP 2 está a transmitir. Com uma realização ágil, que o mesmo é dizer, pouco francesa, servida por uma banda sonora envolvente e contemporânea, uma vez mais pouco francesa, o “Baron Noir” tem-me feito perder horas de sono (só consigo ver de madrugada), mas ganhar horas de prazer visual. Para quem, como eu, (julga que) conhece bem a vida política francesa, é muito interessante observar a coreografia cruel da sua luta política ficcionada. Uma frase que hoje ouvi num dos episódios quase que sintetiza todo espírito desta bela série: “Em política, o ódio é melhor do que um diploma”. Será mesmo assim?
Poetas com taxímetro
Dizia-me ontem um taxista, descontente com o clima: "Já reparou que desapareceram as estações?! A mim, faz-me muita falta o outono!...
