Ao final da tarde de sexta-feira, numa conversa em viagem entre Coimbra e Lisboa, falou-se de cozinha goesa. Sou pouco conhecedor do assunto, mas recordei uma extraordinária sobremesa da culinária indiana: a bebinca. Nem sei como o nome me veio à ideia! Há muitos anos que não como bebinca e, à despedida, ficou encontrada uma solução para eu, proximamente, matar saudades desse doce.
Cheguei a casa. Minutos depois, ao olhar net, vejo a notícia de que há um furacão a assolar as Filipinas. O nome do furacão? Bebinca.
Não há coincidências, mas sei lá!, para combinar títulos de dois livros de uma autora que já andou mais em moda.

Como pelo menos uma vez por mês, aqui num excelente restaurante indiano onde costumo almoçar periodicamente com os amigos.
ResponderEliminarComo não como doces excepto a obrigatória fatia do bolo de anos de cada um por cá, posso garantir que é o doce menos enjoativo que conheço.
A bebinca é, como diz, e bem, goesa. Os restaurantes indianos que tenho frequentado não têm essa sobremesa.
ResponderEliminarO restaurante indiano a que me refiro é de comida goesa.
ResponderEliminarMas é culinária indiana à mesma, como refere, Goa fica por lá.
21:47 ...cantinho da paz?
ResponderEliminarNuno Figueiredo
ResponderEliminarNão é esse, é um na Rua do Zaire, o "Sabores de Goa".
Um filho meu teve um negócio por ali e ficou o hábito.
Manuel Campos,
ResponderEliminarnem um wild guess foi... escapou-me o seu ",Goa fica por lá"...
Nuno Figueiredo
ResponderEliminarEu escrevo muitas linhas e o meu caro escreve poucas.
Mas às vezes nessa única linha escreveu mais do que eu nas outras todas...