Faço uma segunda aposta em como a questão da Gronelândia não vai passar de um arrufo que, claro, se irá resolver a contento dos EUA, com a Dinamarca a não perder completamente a face. Dado que os EUA já são, nos dias de hoje, a maior presença militar na região, a Gronelândia pode vir a tornar-se, no plano militar, numa espécie de "território NATO", com acrescida presença americana, com Copenhague a fingir que manda e que "deixou", com alguns europeus a porem por lá bandeirinhas para fingir que são potências.
2 comentários:
E depois quando Trump acabar o mandato volta tudo ao normal. Anda a falar-se destas coisas como se fossem definitivas e o homem fosse permanecer no cargo para sempre.
para fingir que são potências
Faltou acrescentar a palavra "coloniais" no final desta frase.
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