quarta-feira, janeiro 07, 2026

Segunda aposta

Faço uma segunda aposta em como a questão da Gronelândia não vai passar de um arrufo que, claro, se irá resolver a contento dos EUA, com a Dinamarca a não perder completamente a face. Dado que os EUA já são, nos dias de hoje, a maior presença militar na região, a Gronelândia pode vir a tornar-se, no plano militar, numa espécie de "território NATO", com acrescida presença americana, com Copenhague a fingir que manda e que "deixou", com alguns europeus a porem por lá bandeirinhas para fingir que são potências.

3 comentários:

  1. João Cabral16:18

    E depois quando Trump acabar o mandato volta tudo ao normal. Anda a falar-se destas coisas como se fossem definitivas e o homem fosse permanecer no cargo para sempre.

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  2. para fingir que são potências

    Faltou acrescentar a palavra "coloniais" no final desta frase.

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  3. Anónimo14:12

    A Gronelândia irá servir de moeda de troca com a Ucrânia. A Dinamarca, "apoiada" pelos parceiros irá acelerar a autodeterminação dos "esquimós" (perdão!!! Inuites), e consequente aceitação do patrocínio americano do território, e os EUA aceitarão apoiar (entenda-se, vender mais armas), à Ucrânia.

    Putin afastará a pressão chinesa decorrente da dependência por causa da guerra da Ucrânia e conseguirá - até -, inverter posições fornecendo aos chineses o petróleo que lhes falta depois da "invasão" americana da Venezuela.

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Carol

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