Faço uma segunda aposta em como a questão da Gronelândia não vai passar de um arrufo que, claro, se irá resolver a contento dos EUA, com a Dinamarca a não perder completamente a face. Dado que os EUA já são, nos dias de hoje, a maior presença militar na região, a Gronelândia pode vir a tornar-se, no plano militar, numa espécie de "território NATO", com acrescida presença americana, com Copenhague a fingir que manda e que "deixou", com alguns europeus a porem por lá bandeirinhas para fingir que são potências.
E depois quando Trump acabar o mandato volta tudo ao normal. Anda a falar-se destas coisas como se fossem definitivas e o homem fosse permanecer no cargo para sempre.
ResponderEliminarpara fingir que são potências
ResponderEliminarFaltou acrescentar a palavra "coloniais" no final desta frase.
A Gronelândia irá servir de moeda de troca com a Ucrânia. A Dinamarca, "apoiada" pelos parceiros irá acelerar a autodeterminação dos "esquimós" (perdão!!! Inuites), e consequente aceitação do patrocínio americano do território, e os EUA aceitarão apoiar (entenda-se, vender mais armas), à Ucrânia.
ResponderEliminarPutin afastará a pressão chinesa decorrente da dependência por causa da guerra da Ucrânia e conseguirá - até -, inverter posições fornecendo aos chineses o petróleo que lhes falta depois da "invasão" americana da Venezuela.