sexta-feira, fevereiro 02, 2024

Lapso ou censura


O jornal "Expresso" tem um património histórico de responsabilidade na vida democrática portuguesa que é incompatível com o cancelamento descarado do Partido Comunista Português que resulta desta imagem. Um pedido de desculpas ficar-lhe-ia bem.

ps - a retificação do erro e o pedido de desculpas surgiram. O "Expresso" esteve bem.

13 comentários:

  1. manuel campos17:18


    Recuso-me a ler o "Expresso" de há uns anos a esta parte, ainda que minha mulher o compre todas as semanas, eu não o compro.

    Mesmo quando à 6ª feira eu saio como sempre e ela não tem intenção de saír e me pede para o trazer, já sabe que tem que me dar os 5€ adiantados, é um principio e nesta matéria não tenho princípios grouchianos.

    Claro que me dirão que o casaco é o mesmo e só a algibeira é outra, mas há doidos para tudo e eu não sou menos que os outros.

    Desde que o politicamente correcto e as causas fracturantes foram tomando conta de muitas páginas por lá, dispensei.
    Acabada a geração que cresceu com o Expresso como referência incontornável logo se verá.

    Também acho que este caso é inadmissível, mas isto sou eu que ainda acredito no Pai Natal (e no Coelhinho da Páscoa, já agora).



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  2. David Caldeira. Pode indicar-me onde, por favor?

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  3. Anónimo18:04

    Curto e grosso: é a democracia dos ricos, cujo primeiro parágrafo da sua "constituição" é calar os que defendem os pobres. E aplicam esse parágrafos descaradamente... e muito democraticamente.
    MB

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  4. J Carvalho18:20

    Não é só na imagem. O PCP desapareceu da cobertura das eleições nos Açores.

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  5. No Instagram, acompanhado com um pedido de desculpas.

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  6. Texto que está no Instagram do Expresso:

    Por erro nosso, na publicação em que, esta manhã, promovemos a cobertura do Expresso dos debates entre os líderes (que começam na segunda-feira), faltava a imagem do secretário-geral do PCP. Este erro foi nosso e, por isso mesmo, merece um pedido de desculpas a Paulo Raimundo e ao partido que representa. Mas também nos pede esta palavra aos leitores: as nossas desculpas e muito obrigado pelo alerta que nos fizeram chegar. O erro é humano, mas exige sempre a devida correção.

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  7. manuel campos19:29


    "O erro é humano, mas exige sempre a devida correção."

    Nem sei o que diga desta frase final sem jeito nem a propósito nenhuns.

    Então o texto de desculpas não podia (e devia) terminar no "...alerta que nos fizeram chegar"?

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  8. Eu cá, no meu pessimismo, acho que isto apenas se deveu a incompetência.
    É tudo feito em cima do joelho...quer seja no jornalismo, quer seja na arte governativa, quer seja nos Tribunais ( ai, então, estes...)
    O que interessa é "mexer" e praticar "actos".

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  9. Nuno Figueiredo00:10

    os últimos estortores...quando o balsas se fôr, ambos sabemos, estou em crêr.

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  10. Completamente de acordo com este segundo comentário de manuel campos.

    A última frase do pedido de desculpas é uma excrescência que nos leva a perguntar porque terá sido adicionada?

    Para que o leitor não acabe a leitura do texto lembrando-se o que é a substância do tema?

    (O erro é humano mas, neste caso concreto, foi dos jornalistas do Expresso; que exige correcção é um truísmo: foi o que eles acabaram de fazer)

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  11. manuel campos01:19


    Parece-me que A. Teixeira tem muita razão quando fala da lembrança da substância do texto.

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  12. manuel campos02:20


    Às 01.19 queria dizer "... do tema" e não "... do texto".

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