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segunda-feira, março 08, 2021

Realmente

Quando os membros das famílias reais, em lugar de andarem a partilhar angústias e a expor desventuras, tiverem de arranjar emprego (ou poderem cair no desemprego), como quaisquer outros cidadãos, sem darem ar de estar sempre em férias na neve ou a bronzear-se de glamour ou a vestir-se de “griffes” finas, sem se pendurarem publicamente nos títulos nobiliárquicos e privadamente nas heranças, sabem o que acontecerá? As revistas “do social”, as televisões “voyeuses” e os tablóides entram em crise.

Um texto aqui publicado há dez anos

"Chega hoje a Belém. Esperemos que para bem. Não votei nele, mas desejo, com a maior sinceridade, que, nos próximos cinco anos, saiba i...