Quando os membros das famílias reais, em lugar de andarem a partilhar angústias e a expor desventuras, tiverem de arranjar emprego (ou poderem cair no desemprego), como quaisquer outros cidadãos, sem darem ar de estar sempre em férias na neve ou a bronzear-se de glamour ou a vestir-se de “griffes” finas, sem se pendurarem publicamente nos títulos nobiliárquicos e privadamente nas heranças, sabem o que acontecerá? As revistas “do social”, as televisões “voyeuses” e os tablóides entram em crise.