É um cruzamento, relativamente estreito, entre a rua das Praças e a rua S. João da Mata, na Lapa, em Lisboa.
Podia ser um recanto interessante de uma Lisboa de um certo tempo, com casas de época, que a vista poderia desfrutar.

Nos dias de hoje, neste pequeníssimo espaço, há esta floresta de placas rodoviárias. Contem-nas! São 14 ou 15!
Não pode ser diferente? É mentira. Em outros países, bem mais desenvolvidos, cívicos e organizados, há bairros onde não há este inferno de latoaria, onde à entrada do bairro é dada uma indicação geral. E é tudo!








realmente parece a feira das placas :)
ResponderEliminardesfrutar
ResponderEliminarTodas as placas me parecem estarem a indicar algo de útil.
ResponderEliminarO Francisco deve sugerir concretamente qual ou quais das placas retirar.
O que não falta nesta terra é lata!
ResponderEliminarHão há muito tempo, era usual nas autoestradas portuguesas ver anúncios cortados pela metade; a metade que faltava tinha sido roubada por pessoas que vendem o alumínio para reciclagem.
ResponderEliminarNuns sítios há alumínio a mais, noutros a menos...
Dado o recatado local, está-se mesmo a ver que é ultra exagero, tanta placa. Manobras da EMEL, e à portuguesa. Porque que vê bem a irracionalidade, carece de um reparo à entidade responsável. Digo eu.
ResponderEliminarnao ha ninguem que tenha a lata de ir falar com o Medina (se e ele ainda o presidente da camara) sobre tanta lata?
ResponderEliminarmaitemachado59