sexta-feira, abril 24, 2020

Mauzinho, me confesso


Há uma coisa em que, admito, sou “mauzinho”: sinto um indizível gozo ao pressentir o mal-estar com que, todos os anos, quando a televisão e as ruas se enchem de filmes, canções, cravos e clamores de “Viva o 25 de Abril” ou “25 de Abril sempre!”, isso irrita por aí uns tantos.

Alguns amigos sabem que estou a pensar neles, coitados!

7 comentários:

  1. Anónimo22:29

    Vou-lhe dar uma má notícia: nos dias de hoje, devido à apropriação abusiva da data pela esquerda e pela extrema-esquerda, que a utiliza, pouco inteligentemente, como instrumento de agressão contra os fanstasmáticos e numerosos "fascistas", o 25 de Abril divide mais do que une. E enquanto for assim, a data irá perdendo interesse, degradando-se, até desaparecer, com o tempo.

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  2. Mal por Mal22:34

    Irrita principalmente gente para-lá-do-marão.

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  3. Compreendo-o, Senhor Embaixador ! Há prazeres na vida que não se assemelham a nenhuns outros. Porque regozijam a alma, para lá de todos os outros sentimentos humanos.

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  4. arber23:22

    Por isso, 25ABRIL SEMPRE!
    E amanhã vou passar o dia a ouvir músicas de Abril, há muitas no YouTube. E já escolhi a primeira - O Hino do MFA!
    Então um óptimo 25 de Abril para todos.

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  5. dor em baixa01:15

    46 anos depois a data tinha mais do que idade para estar desgastada. E não está. E isso é que é impressionante.
    Claro, os que gostavam do regime anterior não gostam dele e vê-se todos os anos que ficam furiosos e azedos quando o 25 de Abril se aproxima.

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  6. Anónimo12:45

    a celebração na Assembleia da República foi comovente!
    tive pena de não ter visto máscaras na cara das pessoas que entraram para o carro do Sr. Presidente com ele, quando ele se afastou:(
    é que as mascaras se são para todos, será mesmo para todos em local fechado
    assim penso que nos acessos, a praias, a centros comerciais, a todos os estabelecimentos como lojas, centros comerciais, bombas de gasolina, escolas, creches, fábricas, escritórios, aeroportos, hospitais, congressos, igrejas, deveria haver alguém com um medidor de temperatura e com a respetiva formação, para que todos tivessem oportunidade de serem tratados atempadamente mal aparecesse esse sinal de febre, e por outro lado iria identificar rapidamente uma cadeia de contágio sem grandes custos
    ou seja a pessoa com febre seria simplesmente testada
    ninguém tem de levar a mal porque o perigo existe para todos

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  7. Anónimo12:44

    O anónimo das 22:29 não percebe que no,tempo damoutra senhora bastava dizer uma coisa desse tipo desagradável para o regime de então para poder ir preso e se o agente da Pidecestivesse para aí virado, levar umas lambadas
    Fernando Neves

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"A Arte da Guerra"

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