Os atestados médicos falsos são um cancro no mundo do trabalho. O absentismo é uma prática tolerada, com prejuízo de quem cumpre o seu dever. Todos os governos se acobardam.
O sindicalista Nogueira já avisou: se os professores não quiserem ir trabalhar, basta meterem atestado!
Assim se alimentam os populismos. Sound bites para agrado fácil da 'populaça' descontextualizados, mais mentiras do que verdades. mas servem para engrandecer os egos e animar hostilidades fáceis.
ResponderEliminarTem toda a razão senhor embaixador! É absolutamente indigno, ainda mais quando se tratam de professores com a conivência de médicos! Haja alguém que regule de forma séria este problema gravíssimo da função pública em Portugal! Como é possível que de forma descarada é leviana se coloquem as questões desta forma e com a total anuência do governos ( sucessivos governos)! Que país este que assim não tem qualquer futuro. Haja alguém que coloque um ponto final neste estado de coisas.
ResponderEliminarA culpa é dos professores que o mantêm como seu representante… Não sentem vergonha?
ResponderEliminarOlhe.Tenho uma amiga professora do CDS, que é uma fanática da Fenprof, sempre preocupada em pagar as respectivas quotas sindicais. Aqui está, presado anónimo,uma explicação objectiva, porque gostam dele.(bruxo?).
ResponderEliminarÉ ima das idiosincracias da democracia. No tempo da "velha Senhora" ao fim de 8-10 dias de atestado tinha o subdelegado de saúde á porta para confirmar ou não o atestado. Depois os costumes foram-se relaxando e agora só ao fim de três meses é-se chamado para uma junta médica. Agora com a peste chinesa do Covid anda em 6 meses!
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