quinta-feira, fevereiro 08, 2024

Ficar do outro lado

... e então é assim: há aquela altura da (nossa) vida em que damos conta que o tipo que, desde há anos, em todas as reuniões, se costuma sentar do lado contrário ao nosso, está a falar num tom cada vez mais baixo e menos percetível. E não é que, por coincidência, se dá também o caso de ser progressivamente difícil ouvir o que diz um outro fulano, que se senta a seu lado? É nesta altura que nos vem à ideia a velha anedota da mãe e do passo trocado do soldado.

11 comentários:

  1. O melhor que há a fazer, é mesmo arranjar uma anedota para cada situação nova que vai aparecendo
    Ahahahah
    Maria Isabel

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  2. Nuno Figueiredo23:12

    escapa-me. ilustre-me sff.

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  3. manuel campos23:38


    Esta é a mais adequada, mas temos também a dos belgas em sentido contrário numa auto-estrada francesa, ou dos franceses em sentido contrário numa auto-estrada belga, conforme qual deles a conta.

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  4. Não estou a ver qual é a anedota. :)

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  5. José Sousa08:47

    Há por aí uns aparelhos que o podem ajudar.

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  6. Isso chama-se; P.I.
    Esquecemo-nos de que com a senescência vamos ficando moucos, cá por casa acontece o mesmo, tem que se falar de frente de maneira a "ler" os lábios

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  7. Se o Francisco ouve mal, tem que arranjar um aparelho auditivo.
    Mas creio que eles não são muito eficientes.

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  8. Tenho um grupo de amigos que se juntam de quando em vez para umas almoçaradas.Tem piada que acontece exatamente o mesmo. O que será ?

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  9. manuel campos20:20

    Como ouço muito bem sou capaz de ainda ter uma folgazita até começar a ouvir menos bem, o que não sei se é bom ou mau.
    É decerto bom por definição, é decerto mau porque ouço muita coisa que prefiro não ouvir.

    Não é o meu caso, porque esse assunto já está resolvido connosco bem vivos, mas há uma anedota que me vem sempre á memória, a do senhor que estava muito feliz por ter passado a usar um aparelho e agora ouvir muito bem.

    Diz-lhe um amigo “A tua família é que também deve estar muito contente”.
    Responde-lhe ele “Não disse nada lá em casa, só esta semana já mudei o testamento três vezes”.

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  10. Manuel Campos, ahahahahah, essa teve graça!!

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  11. Anónimo23:34

    Pois, senhor embaixador, vai uma historieta, verdadeira.
    Há uns anos, num casamento em que ambos os membros do casal eram mudos, muitos dos convidados também o eram. Vai daí, no restaurante onde o repasto e festa aconteceram a animação ficou a cargo de um grupo musical "residente"; mas ninguém se lembrou de informar o grupo musical que a maioria dos convivas era surda...
    Não passaram muitas musiquinhas e o chefe da orquestra achou que aquilo estava pouco animado a vai de apelar, com cada vez com maior insistência, para que o pessoal participasse na animação. Com o resultado que se adivinha...
    Até que alguém, incomodado com a situação caricata, lá foi informar a orquestra da razão da não participação dos convivas...
    MB

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