quinta-feira, agosto 24, 2023

O efémero

A intensidade dos comentários televisivos que faço sobre a guerra na Ucrânia está a criar em mim uma insuperável retração a escrever seja o que for sobre o tema. Fico com a sensação de que já disse tudo o que queria dizer e que, acabado que seja qualquer texto, factos novos o tornarão rapidamente irrelevante. Tenho de pensar melhor sobre isto.

9 comentários:

  1. O Francisco deve ter em conta que nem toda a gente vê todos os seus comentários televisivos. (Eu, por exemplo, não vejo nenhuns.) E essa gente também gostaria de saber as suas opiniões sobre essa guerra (e sobre outros temas).

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  2. Nuno Figueiredo10:40

    Luís Lavoura dixit...

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  3. Anónimo12:06

    Se Luis Lavoura não vê, o melhor é acabar com o programa.
    Zeca

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  4. Anónimo12:26

    A propósito de comentários televisivos e recordando o que o Snr Embaixador escreveu sobre o beijo do presidente da federação espanhola de futebol, não resisto ao seguinte:
    Acabo de ver em 3 ou 4 canais da TV comentadores variados a falar forte e feio sobre o escândalo do beijo. Machismo e mais não sei quê. E recordei-me de vários episódios da minha juventude (portanto de há muitos anos) em que era uma bronca muito maior dar um simples beijo na face. Hoje é a maneira normal de cumprimentar mesmo uma desconhecida que nos é apresentada e sem lhe pedir consentimento. E recordo-me de ver tantos homens a beijarem, não há muito, a Senhora Merkel e outras mulheres importantes.
    Não conto os tais episódios da minha juventude porque tornaria o comentário demasiado longo.
    Zeca

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  5. Os assuntos correm céleres e o que era ontem já é passado e transformou-se.

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  6. manuel campos12:42



    Não sei se o escrever á que se refere é nos jornais, no blogue ou nos dois.

    Seja como for, mesmo os factos desmentidos no momento seguinte por outros factos são parte da História e nela ficam.

    Duvido que quem quer perceber o mundo em que vive e tenta perceber aquele em que viverá prescinda do que está escrito em favor de outras formas mais efémeras e esparsas de informação.

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  7. Meu caro Francisco, compreendo perfeitamente o seu dilema. É por isso à luz da mais cordata solidariedade, que me atrevo a sugerir que posa escrever, talvez não tanto sobre a guerra como ela hoje é, mas mais sobre a guerra como o aparelho mediático-ideológico a tem representado. Dado que o tema é vasto e ainda que a despeito da reconhecida experiência no manejo das inerentes ferramentas, levaria até a minha sugestão a um grau de superior precisão: para não recuarmos muito no tempo, comecemos por aqui: a sabotagem do Nord Stream 2.
    Um abraço Solidário.

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  8. Anónimo19:33

    "comecemos por aqui: a sabotagem do Nord Stream 2. " Boa! Parece que não convém falar muito nisso.
    As jornalistas que lêem as notícias na TV não devem gostar. Elas não escondem de quem gostam. E mostram muito desagrado quando alguns comentadores dizem o que não interessa ouvir.
    Zeca

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  9. Anónimo22:52

    Porque raio é que alguém perde tanto tempo a falar da Ucrânia? Quantos portugueses querem saber disso ou estão a par da situação, ou a seguem? Realmente!

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