Muitos dos que sorriem e aplaudem tudo quanto o papa diz - sobre a guerra e as negociações, sobre as responsabilidades da Europa, sobre o armamentismo, sobre a necessidade de um mundo mais equilibrado, sobre o capitalismo, sobre as migrações, sobre os refugiados - estão, no fundo, a borrifar-se, por completo, para o sentido real das suas mensagens.