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sexta-feira, agosto 18, 2023

"Já não é o que era..."



Sei que a alguns poderá parecer uma mania algo masoquista. Desde há anos, decidi ir dormir, de quando em vez, a unidades hoteleiras que um dia já estiveram no topo do imaginário turístico português e que, por uma razão ou por outra - sendo o tempo e o uso intensivo as principais dentre elas -, entraram num processo de decadência. 

Claro que só visito unidades que ainda conservam alguma qualidade e charme, com pormenores arquitetónicos ou de decoração que guardaram memória dos velhos e mais gloriosos tempos. E, obviamente, só hotéis que nunca desceram abaixo das "4 estrelas"; é que já não tenho idade para sacrifícios...

Não farei aqui a lista nominativa dessas históricas unidades hoteleiras, por razões de simpatia para com o esforço que, nos dias de hoje, é feito para a sua manutenção. Umas mantêm ainda algum brio residual, outras deixaram-se cair, por falta dele. O serviço, em algumas, ainda é esforçado e cordial, em outras é penosamente burocrático, quase "de Leste", sem estímulo nem estamina, quiçá devido a salários menos apelativos. É a vida!

Não tarda muito que eu conclua o meu percurso por esse Portugal hoteleiro da série "já não é o que era...". No dia de hoje, estou precisamente numa dessas unidades.

O algoritmo humano

Passei umas horas a ouvir falar de algoritmos, pela boca de quem sabe do assunto, em especial da sua utilização pela Inteligência Artificial...