Se há algo que as Nações Unidas poderiam e deveriam fazer, no tocante à situação tensa que se vive no Golfo, por virtude de ataques a petroleiros, e antes que os incidentes possam ser motivo justificativo para ações unilaterais, seria criar uma comissão internacional de inquérito, independente, para apuramento de responsabilidades.
Como é mais do que óbvio, o mundo não pode aceitar que seja a versão americana dos factos a única a prevalecer, salvo, naturalmente, se esta viesse a ser confirmada sem equívocos por observadores neutrais.
Os Estados Unidos, relativamente ao Irão, em especial depois do modo como Washington se comportou no caso do acordo nuclear, não têm um mínimo de credibilidade para poderem surgir como um “honest broker”, num terreno em que já tomaram partido por um dos lados.
E a União Europeia, se existisse como potência, já devia ter assumido uma iniciativa no sentido que referi.
Como é mais do que óbvio, o mundo não pode aceitar que seja a versão americana dos factos a única a prevalecer, salvo, naturalmente, se esta viesse a ser confirmada sem equívocos por observadores neutrais.
Os Estados Unidos, relativamente ao Irão, em especial depois do modo como Washington se comportou no caso do acordo nuclear, não têm um mínimo de credibilidade para poderem surgir como um “honest broker”, num terreno em que já tomaram partido por um dos lados.
E a União Europeia, se existisse como potência, já devia ter assumido uma iniciativa no sentido que referi.