Nos últimos três dias, passados com colegas de um projeto que envolve todos os Estados membros e instituições da União Europeia, recebi imensas perguntas sobre o “futuro europeu” de António Costa.
Espontaneamente, várias foram as pessoas que me disseram que o primeiro-ministro português é, nos dias de hoje, uma personalidade muito respeitada na União, com o seu nome a ser crescentemente mencionado para um cargo dirigente na próxima repartição de posições cimeiras. A função de presidente do Conselho Europeu foi a mais referida.
Não “bebo do fino”, não tenho a menor informação que me permita saber se, da parte do chefe do nosso governo, há um mínimo de abertura para considerar esta hipótese. Mas tenho uma profunda convicção: se acaso António Costa encarasse a possibilidade de ir por essa via cometeria um erro de enormes proporções - para os interesses nacionais portugueses, que são os que mais me importam.
