Passa ao lado de outra coisa igualmente interessante: porque razão se fala de "portugueses" em Israel e em Gaza mas, depois, a mesma CS nos fala em gémeas "luso-brasileiras"?
Gente que não tem rigorosamente nada a ver com o nosso país e que nem uma palavra de português arranha é "tão portuguesa quanto qualquer um de nós" mas estas miúdas (que até parece que têm alguém português na família), já só são "luso-qualquercoisa".
Há por aí uns santos que não acreditam na manipulação da opinião pública por parte da comunicação social. Aqui, temos duas manipulações: a primeira, tentando branquear uma política de naturalizações corrupta, imoral e atentatória da identidade nacional; a segunda, pretendendo criar distanciamento entre o público e as crianças e, consequentemente, aumentar a indignação.
Francisco F Continuo a perguntar a razão de haver tantas crianças e também jovens e adultos, serem luso-palestinianos/israelitas sem pertencerem a famílias portuguesas??
Uns tios-avós meus viviam nos arredores de Sintra e, nos princípios dos anos 40 do século passado, muitos judeus fugidos à guerra instalaram-se por ali. Na minha infância e até ali ao princípio da adolescência costumava ir para lá nas férias (não conheci avó nem avô nenhum, foram eles os meus avós). Conheci assim muitos miúdos e miúdas, já nascidos cá, uns ficaram e outros acabaram por ir para Israel ao longo dos anos. Presumo assim que alguns desses tivessem (e tenham) a nacionalidade portuguesa e que, portanto, os filhos e netos também de uma forma ou de outra a tenham Como digo só presumo pois não domino estas subtilezas.
Já em relação aos luso-palestinianos não faço de facto ideia.
Uma boa pergunta! São lindas as meninas gêmeas. Porquê as suas carinhas não aparecem desfocadas? Traz mais "água no bico". E então? As meninas estão curadas? Estão bem de saúde? Parece que regressaram ao Brasil. Isso é o que me interessa agora.
Passa ao lado de outra coisa igualmente interessante: porque razão se fala de "portugueses" em Israel e em Gaza mas, depois, a mesma CS nos fala em gémeas "luso-brasileiras"?
ResponderEliminarGente que não tem rigorosamente nada a ver com o nosso país e que nem uma palavra de português arranha é "tão portuguesa quanto qualquer um de nós" mas estas miúdas (que até parece que têm alguém português na família), já só são "luso-qualquercoisa".
Há por aí uns santos que não acreditam na manipulação da opinião pública por parte da comunicação social. Aqui, temos duas manipulações: a primeira, tentando branquear uma política de naturalizações corrupta, imoral e atentatória da identidade nacional; a segunda, pretendendo criar distanciamento entre o público e as crianças e, consequentemente, aumentar a indignação.
vá-se lá saber...
ResponderEliminarFrancisco F
ResponderEliminarContinuo a perguntar a razão de haver tantas crianças e também jovens e adultos, serem luso-palestinianos/israelitas sem pertencerem a famílias portuguesas??
ResponderEliminarFlor
Uns tios-avós meus viviam nos arredores de Sintra e, nos princípios dos anos 40 do século passado, muitos judeus fugidos à guerra instalaram-se por ali.
Na minha infância e até ali ao princípio da adolescência costumava ir para lá nas férias (não conheci avó nem avô nenhum, foram eles os meus avós).
Conheci assim muitos miúdos e miúdas, já nascidos cá, uns ficaram e outros acabaram por ir para Israel ao longo dos anos.
Presumo assim que alguns desses tivessem (e tenham) a nacionalidade portuguesa e que, portanto, os filhos e netos também de uma forma ou de outra a tenham
Como digo só presumo pois não domino estas subtilezas.
Já em relação aos luso-palestinianos não faço de facto ideia.
Uma boa pergunta! São lindas as meninas gêmeas. Porquê as suas carinhas não aparecem desfocadas? Traz mais "água no bico".
ResponderEliminarE então? As meninas estão curadas? Estão bem de saúde? Parece que regressaram ao Brasil. Isso é o que me interessa agora.