notas pouco diárias de Francisco Seixas da Costa
É num dia como o de hoje que o país decente, aquele que recusa o populismo justicialista que alimenta os títulos da calúnia fácil e canalha, deve, uma vez mais, um agradecimento ao desassombro premonitório de Rui Rio.
Há dias, deparei com um artigo no “Observador” com a menção de que tinha sido produzido pela IA e revisto por um jornalista. Como trazia uma...