segunda-feira, dezembro 11, 2023

"Por una cabeza"

O novo presidente argentino, em alguma qualificação mediática lusa, já passou de "extrema-direita" para "ultra-liberal". Ainda há algum pejo em elogiá-lo, mas sente-se a imensa vontade de vir a absolver, daqui a dias, a brutalidade das medidas que vai impor. Estejamos atentos.

6 comentários:

  1. Brutalidade tem sido aquilo a que a Argentina tem estado sujeita. Experimentar uma receita diferente só pode ser bom.

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  2. J. Carvalho10:13

    O primeiro discurso do novo Presidente já anuncia o que vem aí. Primeiro, a lamúria, nunca nenhum governo recebeu uma herança tão pesada. Depois, o aviso, preparem-se, vêm aí tempos difíceis, as medidas a tomar vão gerar mais sacrifícios, mais desemprego, mais impostos. Por fim, a esperança, vão ficar pior agora, mas, mais adiante, terão a compensação redentora.

    Não sei porquê, mas toda esta conversa, provavelmente de tão batida, fez-me lembrar uma outra, que metia choques fiscais, saídas da zona de conforto, grisalhos e coisas afins.

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  3. Nuno Figueiredo11:30

    Gardel.

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  4. Anónimo03:52

    Por una cabeza, de un noble potrillo
    Que justo en la raya, afloja al llegar
    Y que al regresar, parece decir
    No olvides, hermano
    Vos sabes, no hay que jugar
    Por una cabeza, metejón de un día
    De aquella coqueta y risueña mujer
    Que al jurar sonriendo el amor que está mintiendo
    Quema en una hoguera
    Todo mi querer
    Por una cabeza, todas las locuras
    Su boca que besa
    Borra la tristeza
    Calma la amargura
    Por una cabeza
    Si ella me olvida
    Qué importa perderme
    Mil veces la vida
    Para qué vivir
    Cuántos desengaños, por una cabeza
    Yo juré mil veces no vuelvo a insistir
    Pero si un mirar me hiere al pasar
    Su boca de fuego
    Otra vez quiero besar
    Basta de carreras, se acabo la timba
    Un final reñido ya no vuelvo a ver
    Pero si algún pingo llega a ser fija el domingo
    Yo me juego entero
    Qué le voy a hacer
    Por una cabeza, todas las locuras
    Su boca que besa
    Borra la tristeza
    Calma la amargura
    Por una cabeza
    Si ella me olvida
    Qué importa perderme
    Mil veces la vida
    Para qué vivir

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  5. Por outro lado, outra comunicação social passa a vida a ensaiar coisas como "ultra direita", na incessante procura de termos mais sinistros que substituam os anteriores que, de tão usados, já perderam força. Afinal de contas, somos todos fascistas, não é?

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  6. Não tarda nada é um conservador-liberal.
    E depois temos os mesmos que chamam de "extrema esquerda" a tudo o que esteja à esquerda do social-liberalismo com queixinhas de que os apodam de fascistas.

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Sebastião

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