sábado, outubro 21, 2023

Teresa Magalhães


No final dos anos 80, vi o quadro numa galeria perto da praça de Espanha, gostei dele e comprei-o com cheques pré-datados, para serem descontados ao longo de meses, como então se fazia muito. Não foi barato, lembro-me. O quadro anda comigo, desde então. O meu pai, que dava um nome a cada um dos meus quadros não figurativos, chamava a este "A bota". Nos dias de hoje, o óleo está por Vila Real. Nunca conheci a autora, Teresa Magalhães, que soube que morreu agora, aos 79 anos.

8 comentários:

  1. Sou da mesma opinião do pai.

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  2. A Fundação Calouste Gulbenkian lamentou hoje o falecimento, em Lisboa, da pintora Teresa Magalhães, aos 79 anos, uma artista que, "a partir de um país cinzento, encheu o mundo de cor".
    Está representada na Coleção do Centro de Arte Moderna com 35 obras "que deixam ver um trabalho fundamentalmente dedicado à cor e à abstração", em pintura, colagem e serigrafia.

    Paz à sua Alma.

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  3. Belas celebrações de uma vida, o quadro que partilha e o comentário de Flor com a citação ‘a partir de um país cinzento, encheu o mundo de cor’.

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  4. Anónimo11:27

    Apresentar desculpas, pois só depois é que reparei que a Pintora tinha falecido e era homenagem. Não estava no contexto a zombaria.
    O quadro para mim significaria "Velocidade, vento, corrida de cavalo, jochey, etc...

    Rita Ferro: "Snobs"- «Cópias de quadros a óleo: irradicados da decoração, sobretudo cópias e reproduções de quadros de pintores conhecidos. Exemplo: Mona Lisa, etc.Ou são verdadeiros ou não se expõem».

    As minhas desculpas mais uma vez.

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  5. Flor
    "pai"? A quem se refere?

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  6. Luis Lavora, "pai" do Sr. Embaixador a que ele faz referência no texto deste post.

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  7. Bom dia, sou o filho da autora. Gostei muito de ler o seu texto! É um belo quadro da minha mãe. Deve ter sido comprado na galeria Nasoni. Já agora, é em acrílico, que era o material que a minha mãe usava sempre. Abraços, Marcos Magalhães

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