Quando a nossa televisão era uma criança, a série “Doutor Kildare” fazia-nos sonhar com hospitais similares àqueles que a América tinha, num tempo em que, por cá, quase tudo, nesse domínio, era uma apagada e vil tristeza.
As séries “hospitalares” era muito raras, pudicas nas imagens, sem sangue à vista e nelas as relações humanas tinham então imagens com a delicadeza da que aqui mostro, que hoje, pela certa, dava origem a um processo por assédio.
Como diz, a cada passo, um amigo meu: “Isto já não é o que era!”
