Anda por aí um Portugal de pequenotes, de espíritos mesquinhos, enfim, um certo país de imbecis - para usar uma palavra redonda e de sentido unívoco.
Ver figuras públicas jogarem à política mais rasteira com a tragédia dos fogos na Grécia, com algumas outras a inquirirem de cátedra sobre o custo e a oportunidade da nossa ajuda de emergência ao governo de Atenas, causa-me uma imensa tristeza, como cidadão.
Um sentimento que é do exato tamanho da deceção, por não ver os líderes políticos que lhes estão próximos, bem como os responsáveis pelos órgãos de comunicação social onde essas palermices foram ditas, pedir, muito simplesmente, desculpa.