terça-feira, 31 de julho de 2018

O prurido dos Espírito Santo

Na zona da Comporta, há quem tenha saudades dos Espírito Santo. 

Não sei se se trata apenas de um mito rural, mas diz-se que, nesse tempo, havia desinfestações anuais dos mosquitos que nascem nos arrozais. E, com razão ou sem ela, credita-se essa ação aos Espírito Santo.

Hoje, quando, por ali, somos mordidos por um mosquito (e eles já chegam a Tróia). num restaurante ou numa esplanada, lembramo-nos logo do falecido grupo financeiro. É o prurido dos Espírito Santo.

4 comentários:

Luís Lavoura disse...

Eu tenho uma casa de férias noutra zona do país onde também há arrozais, a menos de 500 metros de distância.
Há uns vinte anos, no verão havia lá mosquitos até mais não. Hoje em dia não há, ou há apenas um número residual deles.
Já falei à pessoa que amanha os arrozais, ele diz que não fez nada. Não houve nem há desinfestação nenhuma.

Anónimo disse...

Ao Luís Lavouras
Oh, homem, na dúvida, credite isso ao Espírito Santo, o outro...

carlos cardoso disse...

Desde Troia até Sines há mosquitos há mais de 25 anos, com ou sem Espirito Santos.

Anónimo disse...

Não vejo relação entre o espirito santo e os mosquitos.
No entanto vejo relação entre o espirito santo e os buracos nos bancos. Sera por isso que ainda não o sentaram no banco dos reus ?
Por medo que ate esse ficasse com um buraco.