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sábado, junho 21, 2025
Alguma vez havia de ser...
São tantas as vezes em que discordo do meu amigo Sérgio Sousa Pinto que me apraz muito registar este momento em que subscrevo a sua análise, como sempre muito bem articulada, sobre um tema internacional da atualidade.
Eu também subscrevo quase na íntegra o ponto de vista de Sérgio Sousa Pinto. Só tenho pena que este discurso na aposta na diplomacia como forma de resolver os conflitos (e, já agora, o mau argumento da faixa etária dos principais intervenientes) não seja seguido relativamente ao conflito na Ucrânia. Aqui, vemos outro Sérgio Sousa Pinto, mais bélico, mais Von der Leyen e afins.
Também me surpreendeu pela positiva. Já o rosário de ignorancia, palermices e facciosimo da tralha passista em nada. Mas na guerra com o Iraque também reside uma grande prova que a Republica Islamica não convive com armas de destruição em massa. Quando Saddam usou as armas quimicas da - Alemanha e dos US - contra o Irão, Khomeini proibiu de pronto que o Irão algum dia tivesse um programa de armas quimicas.
Concordo consigo, pois comungo da mesma opinião relativamente ao SSP. Esteve bem, desta vez. Já execrável foi a intervenção desse tresloucado radical de Direita, escriba do Observador, João Marques de Almeida (na onda aliás do que escreveu Francisco Mendes da Silva ex-CDS, no Público, recentemente). Nesse painel, aprecio os comentários bem articulados de Maria Castello Branco. a) P. Rufino
5 comentários:
Sem dúvida!
É curioso que as pessoas que normalmente estão de acordo com ele, neste caso, estão em profundo desacordo. Como diria Fernando Pessa, e esta hem?
Eu também subscrevo quase na íntegra o ponto de vista de Sérgio Sousa Pinto. Só tenho pena que este discurso na aposta na diplomacia como forma de resolver os conflitos (e, já agora, o mau argumento da faixa etária dos principais intervenientes) não seja seguido relativamente ao conflito na Ucrânia. Aqui, vemos outro Sérgio Sousa Pinto, mais bélico, mais Von der Leyen e afins.
Também me surpreendeu pela positiva. Já o rosário de ignorancia, palermices e facciosimo da tralha passista em nada. Mas na guerra com o Iraque também reside uma grande prova que a Republica Islamica não convive com armas de destruição em massa. Quando Saddam usou as armas quimicas da - Alemanha e dos US - contra o Irão, Khomeini proibiu de pronto que o Irão algum dia tivesse um programa de armas quimicas.
Concordo consigo, pois comungo da mesma opinião relativamente ao SSP. Esteve bem, desta vez.
Já execrável foi a intervenção desse tresloucado radical de Direita, escriba do Observador, João Marques de Almeida (na onda aliás do que escreveu Francisco Mendes da Silva ex-CDS, no Público, recentemente). Nesse painel, aprecio os comentários bem articulados de Maria Castello Branco.
a) P. Rufino
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