segunda-feira, junho 16, 2025

Ah! Pois é!

Há um país com cerca de dez milhões de habitantes que defende os seus interesses através da diplomacia e do diálogo, que aceita as fronteiras que o Direito Internacional lhe atribui, que não ameaça ninguém e é visto com grande simpatia por grande parte do mundo. Chama-se Portugal. Sabiam?

8 comentários:

  1. Anónimo15:45

    a que propósito, isto? toda a gente o sabe. mas alguns países tomam isso como sinónimo de moleza e do deixa andar (o que também é verdade).

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    1. Anónimo00:05

      Fernando Neves
      Está completamente enganado. A imagem diplomática de Portugal quer no quadro multilateral quer a nível europeu é muito positiva. Também só não vê quem não. Aliás só em Portugal Portugal tem má imagem.

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  2. Portugal está em risco de perder a simpatia da China se continuar a seguir a cartilha norte-americana de hostilização desse país.
    O que seria uma pena, dado Portugal ser, de entre todos os países europeus, talvez aquele que melhores relações teve, historicamente, com a China, fruto do respeito que os portugueses sempre souberam ter --- ao contrário de outros europeus --- por esse grande e poderoso país.

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  3. João Cabral16:55

    Eu acrescento: e também não é ameaça para ninguém...

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  4. Foi este mesmo pais que na pessoa do seu primeiro-ministro da época, foi aos Açores receber a visita de G.Bush e assistir à condenação à morte do Iraque e engolir em seguida o sapo do frasquinho de Colin Powel?

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  5. Anónimo18:15

    Fernando Neves
    E que devia estar sempre do lado do DI e dos direitos humanos. Agora não está

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  6. O que estamos a ver ainda são as guerras “inevitáveis” do novo seculo americano dos loucos neocons, que Trump prometeu derrubar. Como a invasão do Uraque. Esta está num papper do Saban Center “Which Path to Persia”. Que desconfio que Teerão também leu, mesmo que não tenha evitado uma emboscada infame.

    E os nossos Generais do costume, só agora começam a admitir o envolvimento dos US desde o 1º segundo. E da NATO. Mais uma vez, a matilha colonial contra uma nação. Como na Ucrania, depois de Merkl e Hollande terem confessado como o Ocidente enganou a Russia, que fez tudo para evitar a guerra. Até Bliken ter quebrado o acordo de Biden, de não implantar misseis na Ucrania.

    Hoje, um proxy cuja fora de prazo - mais um - de onde os US já admitiram que transferiram os activos de defesa aérea para o ME. Equipamentos e operadores. Que também garantiram que não estavam presentes na UA. Enfim… Simplesmente infame o comportamento do Ocidente colectivo depois de destruir a Ucrania. E não se esqueçam da nova norma do direito colonial, o agressor tem todo o direito de se defender! E de matar 1 milhão de crianças à fome em Gaza.

    Que a claque de analistas fãs do agressor Israel também já varreu para baixo do tapete. Fanaticos da Ordem Mundial segundo as regras de Washington. Como se o mundo precisasse de mais regras além da carta das Nações Unidas e do Direito Internacional. ONU que os US destruiram com a invasão ilegal do Iraque, que incendiou o ME até hoje.

    Mas a claque já apanhou uma grande desilusão na Ucrania e pode apanhar uma muito maior no Irão. Porque não se ganham guerras com propaganda. O mundo unipolar acabou e precisamos de perceber a nova realidade ou cair na WWIII por causa de uma hegemonia infame. Precisamos todos de ressuscitar a ONU, com um CSNU que espelhe o mundo actual. A India hoje podia comprar 10 UK. E este é só um dos problemas do Ocidente colectivo.

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  7. Todas as guerras são económicas! Até as guerras religiosas eram guerras económicas. A única diferença hoje em relação a um passado recente é que mesmo a Casa Branca hoje, como todas as Chancelarias europeias, não passam de instrumentos da alta finança em NY, Londres e Paris. Senão vejam se foi alguma grande Corporação dos países mais envolvidos na destruição da Siria que arrecadou o contrato de 250 BI para explorar os portos e o petróleo da Siria.

    Se o Irão fosse um deserto sem hidrocarbonetos ninguém perdia tempo e muitos milhões a tentar derrubar o regime do Irão! Se fosse pela autocracia, os US promoveram alguns dos piores ditadores do seculo XX. Se fosse pelo uranio porque Trump rasgou o acordo no último mandato? Ou porque emboscaram agora o Irão? Ou porque não desnuclearizar todo o ME?

    E porque há portugueses no franchising da televisão do Complexo Militar dos US, por excelência, a torcer por um país que continua a matar 1 milhão de crianças à fome em Gaza e lançou um ataque terrorista - chamem-lhe o que quiserem - contra um país e nomeadamente contra os altos dignatários do país com quem estavam a negociar?

    Cegueira ideológica ou um script com ajudas de custo? Israel, como é habitual, destruiu um edifício residencial inteiro para matar o líder das negociações iraniano! Que tinha acabado de dar um entrevista a uma televisão ocidental a dizer que o Irão estava pronto para aceitar o enriquecimento do uranio até 3,7% para uso civil, como esteve sempre. O Irão queria paz, ao contráro da propaganda sionista, fulminada pela síndrome de Estocolmo na WWII, como se vê em Gaza.

    E como é que alguém festeja um acto hediondo como este? Aliás, actualmente os maiores danos no Irão não são causados pelos aviões de Israel como diz a propaganda para propagandear a superioridade aérea mas por terroristas infiltrados no Irão, como na Siria. Actualmente, os mercenários preferidos do Ocidente. Com drones e até os típicos carros-bomba.

    Por acaso também achamos que o resto do mundo não está a olhar para o comportamento infame da Europa? E como aconteceu na Ucrania, estamos na fase da propaganda “UA is winning” e o malvado Irão só alveja civis. Porque, eu diria de uma forma absolutamente incrível, as Forças do Irão conseguiram recuperar rapidamente da emboscada que paralisou as suas defesas aéreas e decapitou as suas chefias militares e científicas. Como também foi feito no Libano à custa de centenas, senão milhares de civis mortos.

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