terça-feira, agosto 02, 2022

Mundos & fundos

Não desejo o fim dos fundos europeus. Contribuí bastante para obter e aumentar alguns deles. Contudo, sempre alimentei o sonho de vir a ser cidadão de um país que, um dia, ficasse “descolonizado” dos cíclicos “2020s” e conseguisse finalmente viver por si, sem essas “mesadas”.

4 comentários:

  1. João Cabral18:00

    Temos um país subsidiodependente, senhor embaixador.

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  2. manuel campos12:28


    Como numa velha anedota que circulava por aí há uns anitos, a primeira palavra que os bébés aprendem por cá não é "mamã" nem "papá" mas "subsídio".

    Não me parece que haja muito a fazer, é que esta situação está entranhada sem nunca ter sido estranhada.

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  3. Nuno Figueiredo13:25

    jamé.

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  4. « A única ocupação mesmo dos ministérios era esta - cobrar o imposto e fazer o empréstimo. E assim se havia de continuar... », como escreveu o bom do Eça (Os Maias) e não se enganou!

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