domingo, janeiro 19, 2020

A observar

Ontem, atravessaram uma noite eleitoral penosa. O domingo vai servir para lamber as feridas. Na segunda, entrarão na redação, mais uma vez, de orelha murcha. Tanto esforço para nada! Ainda com as olheiras mentais da ressaca, debitarão, para a rádio matutina, a sua enésima frustração. Depois, cabisbaixos, afiarão a tecla e, em tremendistas opiniões, avançarão com a tese simples, à medida do seu desgosto: assim não “vamos” lá! É que não vão mesmo! Não deve ser nada fácil regressar às trincheiras de uma guerra perdida, condenados a ficar por ali a observar...

Uma mão a Abril

Não fui um herói de Abril. Apenas dei uma mão a Abril.  Na véspera, na biblioteca da Escola Prática de Administração Militar (EPAM), onde eu...