Nos dias de hoje, um governo que haja declarado reconhecer a autoridade de Guaidó sobre Maduro, quando tem de resolver um problema concreto na Venezuela, fala com quem?
A precipitação, o “wishful thinking” e o seguidismo não são atitudes sensatas, em política externa.
Portugal adotou uma postura reconhecidamente muito prudente nessa questão: nunca esteve na primeira linha dessa deriva no seio da UE e só se juntou à atitude coletiva quando não fazê-lo traria riscos que importava evitar.
