- Contamos consigo!
Não percebi o que o taxista queria dizer com a frase, ao ver-me sair do carro, penosamente, com um visível esforço físico.
Minutos antes, ainda dentro do taxi, eu tinha tido uma conversa telefónica com um amigo, a quem havia dado conta do estado de evolução do meu joelho, depois de recente operação.
Minutos antes, ainda dentro do taxi, eu tinha tido uma conversa telefónica com um amigo, a quem havia dado conta do estado de evolução do meu joelho, depois de recente operação.
- Conta comigo, para quê? - perguntei, já de fora do carro.
- Para a seleção, claro! O amigo, quando ficar bom, é bem capaz de ficar a jogar melhor do que aqueles "morcões" que andaram a arrastar-se contra Chipre e a Noruega!
Não lhe dei razão, claro. Pelo menos, toda.
Não lhe dei razão, claro. Pelo menos, toda.

Com esse sentido de humor...
ResponderEliminarAinda lhe dão Alta precoce.
Isabel Seixas
Cruel piada! Mas bem lisboeta...
ResponderEliminarA mamae e eu andamos muito de taxi. E a gente sai uma hora rindo outra hora com vontade de denunciar.
ResponderEliminarcom amizade Monica
Ó Senhor Embaixador e eu que julgava que tinha partido um pé.
ResponderEliminarNão sei o que será mais incómodo, mas para o taxista é evidente que com o joelho o Senhor fez um up grade!
Para a seleção, claro!
ResponderEliminarNão será demasiado violento o programa de recuperação funcional?
Embora efetivamente exigente é a competitividade neuronal, mas o discerniment0 dificilmente se conquista em corridas intensas de 100 metros... Mais maratonas...
A ver pela literacia dos posts não precisa.
Isabel Seixas