terça-feira, outubro 01, 2024

Adeus

Sei que isto irritará alguma gente, mas entendo que a saída de Stoltenberg de secretário-geral da NATO constitui um momento feliz para o mundo. O tom não é indiferente para o conteúdo e Stoltenberg assumiu sempre uma lamentável postura jingoísta.

7 comentários:

  1. De acordo. Jingoista a resvalar para incendiária.

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  2. Estou totalmente de acordo.

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  3. Ainda não terá ouvido as declarações de hoje do senhor que se segue. Mais do mesmo.

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    1. Lúcio Ferro,
      a política atual do Ocidente relativamente à Ucrânia está subordinada às eleições nos EUA. Ou seja: até às eleições dos EUA não se altera nada, a Ucrânia é suposta continuar a ser lentamente sangrada durante mais um mês ou mês e meio, esperando-se que não morra nesse entretanto.
      Depois das eleições nos EUA se verá o que se faz. Até lá, nada muda.
      A razão é simples: a Ucrânia perdeu a guerra mas a atual presidência americana não o pode reconhecer, sob pena de poder perder as eleições. Portanto, é importante não falar disso agora.

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  4. manuel campos15:59

    Totalmente de acordo, muito do que "não se resolve" nem de uma maneira nem da outra é exclusiva culpa dele.
    Acontece é que desde que se soube o nome do sucessor fui estudar a "matéria" e não fiquei nada descansado.

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  5. Anónimo23:25

    Sinceramente, não consigo vislumbrar a diferença entre esses dois vassalos dos EUA, dois trastes acabados, falcões da promoção da guerra na Ucrânia (e outras que porventura Washington lhes ordenar apoiar). O Stoltenberg, ao que parece, irá para uma sinecura simpática na Noruega, presidente do Banco Central do seu país. Mas, entre um e outro, o Diabo que escolha. A Nato, como aliás já o autor deste Blog em tempos referiu, não seria nada sem os EUA e, nesse sentido, Washington nem precisa de ter, alguma vez, um seu SG nessa sinistra Organização. Sabe muito bem que quem lá está percebe quem realmente manda na “coisa”. E assim o holandês irá desempenhar o mesmo papel do seu antecessor. Enfim...
    a) P. Rufino
    PS: E, no Médio Oriente, a situação político-militar “aquece”, com a anuência de Washington. E não se ouve uma palavra sensata sobre tudo o que ali se vem passando desde há mais de um ano e desde há décadas por parte da UE – que, simplesmente não existe, politicamente, no plano externo internacional.

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  6. Anónimo23:50

    Irritou-me.... Não concordo nada.

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