sexta-feira, outubro 25, 2024

América



Sou suspeito, porque fui um dos interventores na Conferência Anual que a Fundação Res Publica ontem realizou, dedicada às eleições presidenciais (e não só) nos EUA, mas tenho a impressão de que quem a ela assistiu, e quem nela participou, não deve ter dado por mal empregado o seu tempo. Coube-me ali falar da identidade político-ideológica do Partido Democrata. 

Ana Santos Pinto, Bernardo Pires de Lima, Nuno Severiano Teixeira, Pedro Adão e Silva e Pedro Silva Pereira foram os outros oradores, cada um abordando um tema específico. Três horas de útil reflexão, sob a batuta e o relógio de José António Vieira da Silva, com participações interessadas e substantivas da audiência. 

Contudo, nenhum de nós conseguiu adiantar um palpite sobre quem sairá vencedor da compita...

3 comentários:

  1. a identidade político-ideológica do Partido Democrata

    É realmente fascinante que um português, que não reside nos EUA, não é cidadão dos EUA e não vota nas eleições dos EUA, se preocupe tanto com a identidade político-ideológica de um partido dos EUA.
    Parece que algumas pessoas têm dificuldade em conviver com a realidade de que são portuguesas e não cidadãs dos EUA.

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  2. marsupilami14:04

    Ao ler este comentário do Luís Lavoura, Alexis de Tocqueville pousou a pena, despejou os tinteiros, pegou numa prancha de surf e foi para o Guincho. Nunca mais ninguém ouviu falar dele.

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  3. manuel campos02:47

    O comentário do Luís Lavoura é uma referência, não sei bem de quê mas uma referência, é exemplar.
    De tal modo que cada vez que tenho vindo aqui o vou reler e, valha a verdade, não só ainda não retirei dele todas as suas possibilidades de leitura como estou bem longe disso, duvido que alguma vez lá chegue.
    É de facto fascinante que alguém ache fascinante que os outros se interessem por assuntos que a eles não interessem.
    Tenho visto com simpatia que o dito comentário ali continuasse firme e só no seu posto, um padrão, temendo ainda que se lhe viesse juntar algum outro que não fizesse jus àquele e lhe ensombrasse a presença.
    Mas o marsupilami deixou ali um comentário notável de agudeza de espírito.
    Se me vou agora deitar com um sorriso a ele lho devo.

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