E muito cómodo falar assim quando nem se sabe o dia em que o ordenado cai na conta (não me refiro, obviamente, a si, embora possa parecer...). Pelo contrário, caro embaixador, convém não esquecer que, em Portugal, há quem trabalhe e continue pobre (coisa absolutamente extraordinária). E acho muito bem que essas pessoas possam, ao abrigo da lei da greve, usufruir de comodidades que, para muitos, é das coisas mais naturais das suas (cómodas) existências.
Os dias de greve não são pagos. Não é perda suficiente ?
ResponderEliminarUm post para esquecer, se queremos continuar a vir aqui... (mesmo que a greve vaja oportunidade num dia de feriado)
ResponderEliminarE muito cómodo falar assim quando nem se sabe o dia em que o ordenado cai na conta (não me refiro, obviamente, a si, embora possa parecer...). Pelo contrário, caro embaixador, convém não esquecer que, em Portugal, há quem trabalhe e continue pobre (coisa absolutamente extraordinária). E acho muito bem que essas pessoas possam, ao abrigo da lei da greve, usufruir de comodidades que, para muitos, é das coisas mais naturais das suas (cómodas) existências.
ResponderEliminaro comentário acima (anónimo 08:58) é meu, José Ricardo
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