O momento de indignação semântica que foi protagonizado pelo líder da bancada da extrema-direita parlamentar irá ficar, para sempre, como um dos momentos "cromáticos" da história daquele areópago. Vai rivalizar com "o coito do Morgado', imortalizado no poema de Natália Correia.
Não percebi nada. Não vi qualquer insulto que justificasse aquela reacção. Mas depois fiquei na dúvida quando vi o Rui Tavares a enfiar a carapuça.
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