quinta-feira, junho 15, 2023

Ucrânia

Perante uma eventual não-vitória da Ucrânia na contra-ofensiva, emergerão, a ocidente, os que acham necessário apressar o envio de aviões e os maluquinhos do costume, que entendem que se deve enviar tropas externas para o terreno. Washington decidirá.

10 comentários:

  1. A coisa está difícil.

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  2. Anónimo22:50

    Pois claro que Washington decidirá. A Europa não é mais do que um conjunto de Estados vassalos dos EUA (e o RU o 51 estado norte-americano).
    Já vou ensinando aos meus netos que, ao contrário do que pensam, a capital de Portugal (e, por junto, dos restantes países europeus) é Washington e não Lisboa e que a segunda cidade portuguesa não é o Porto, mas Bruxelas. Habituemo-nos!
    a) G.S

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  3. manuel campos22:59


    Washington não enviará as tropas deles para "este" terreno.
    E Washington poderá achar que pode decidir pelos europeus, com eles ou sem eles (já escrevi noutro sítio o que penso disso).
    Se assim for será mais uma questão que será decidida pela "rua".

    A estatística possível de fazer na minha idade e com as gentes que me cercam, é que os "maluquinhos do costume" estão todos mais ou menos a cair da tripeça, excitadíssimos "guerreiros" nos seus cadeirões e nas suas pantufas, incentivando no teclado os jovens a avançar, na linha do que Bernard Henri-Levy em tempos fez com os estudantes da Sorbonne.
    Seria assim de lhes solicitar que se voluntariassem para ajudar no esforço comum, nas guerras por que (por que!) a Europa passou no século passado toda a gente participou e em condições bem mais precárias.




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  4. Pois... pois... ainda há pouco o vi debater na CNN com um desses "maluquinhos", o qual se preocupa mais em ridicularizar o seu contendor (o general Agostinho Costa), intento que só consegue na sua cabecinha, do que analisar o que se passa no terreno. Neste debate, o antigo ministro da defesa acabou o seu tempo de antena com o seguinte e estafadíssimo argumento: o Ocidente não deixa esquecer que quem invadiu um país soberano foi a Rússia. De facto, o Ocidente não deixa esquecer essa verdade, como vemos diariamente nas televisões. Mas esquece-se, infelizmente, de muitas outras coisas. E uma delas é que já existiam repúblicas separatistas na Ucrânia muito antes desta guerra começar. Ou então: também por causa destas repúblicas separatistas, esta guerra não começou, afinal, em fevereiro de 2022.

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  5. Bom post, embora talvez escrito um tanto demasiado cedo. É que, a (dita) contra-ofensiva ucraniana ainda vai no seu começo. O verão ainda está todo pela frente.
    O facto é que os primeiros recontros parecem ter sido desfavoráveis para os ucranianos, que terão perdido muitos homens e algum do belo material que o "Ocidente" lhes ofereceu. E que, perante estes desaires, já ontem os americanos pediram aos seus aliados para "duplicar" o seu auxílio à Ucrânia. O que quer dizer que perceberam que o auxílio que já deram é - insuficiente.
    A minha impressão é que aquilo que falta à Ucrânia não é, verdadeiramente, material. Aquilo que lhe falta são homens com vontade e capacidade para lutar. É que, a Ucrânia é um dos países da Europa e do mundo com uma mais forte crise demográfica, a que acresce uma fortíssima emigração ao longo dos últimos decénios. Homens jovens é coisa que não abunda na Ucrânia. E aqueles que há, já devem estar mais que fartos da guerra.

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  6. J Carvalho12:07

    Entretanto 21,7% da população da UE vive em risco de pobreza, mais de 95 milhões de pessoas. Mas as orientações de Bruxelas é para aumentar as dotações orçamentais para a defesa.

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  7. Parece que há censura. Já não se pode desejar que se apresse o envio de aviões para a Ucrânia? Isto é ser maluquinho?

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  8. Reparei agora: emergirão, é o que será correcto.

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  9. Nuno Figueiredo16:11

    eventual?

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  10. Parece que o autor do blogue não se apercebeu do sentido do comentário de 16.33. A palavra "emergerão" está mal escrita. Mas se deu conta e não se importa, também pode ficar assim.

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