O primeiro-ministro tinha uma reunião na Moldova, à qual se ia deslocar num avião do Estado. Tinha recebido, entretanto, um convite para estar presente numa rara final em que o mais importante treinador português de futebol teria hipótese de se sagrar campeão europeu.
Comentou com o presidente da República que faria um desvio na sua viagem, para poder assistir ao jogo. Na tribuna do estádio, como é evidente, foi convidado para se sentar ao lado do presidente do país anfitrião do evento, aliás seu regular colega à mesa do Conselho Europeu.
Só uma demagogia miserabilista e politiqueira pode considerar haver nisto a menor irregularidade. Mas vale a pena estar a dizer isto? A quem lançou esta "operação" só interessa espalhar "ruído"..