domingo, agosto 01, 2021

É assim, somos assim!

 


Leiam este texto de Pedro Marta Santos, na “Sábado” desta semana.

6 comentários:

  1. Perfeitamente secundário, mas acho que o autor poderia ter feito um esforço para usar alguma palavra cuja grafia tenha mudado no novo acordo ortográfico. 🙃

    ResponderEliminar
  2. Eu li, concordo com ele, mas acrescentaria que os beirões também não lhes ficam atrás.

    ResponderEliminar
  3. Castanheiras, hein? O autor deve "conhecer" Trás-os-Montes pelo mapa das estradas.

    ResponderEliminar
  4. Sou do litoral, ali terra de peixe grelhado e pinhal ardido. Trabalho em trás-os-montes há 5 anos. Também é a opinião que tenho.

    Gente que recebe o forasteiro colocando tudo o que tem na mesa. Mas não são parvos, imediatamente a seguir vem a desconfiança. Quem é, de onde vem, para onde vai? Vem enganar o povo? Se o forasteiro se arma em esperto, perde toda a boa vontade de que foi alvo. Se prova ser quem se pode confiar, fez-se um amigo para a vida nesse transmontano.

    ResponderEliminar
  5. O Douro respira prosperidade e é para os lordes? Por amor de Deus, os tais lordes viviam e ainda vivem no Porto ou em Lisboa e a gente comum que lá vive é pobre. Vida dura é trabalhar em regime de quase servidão para os tais lordes. Nunca vi um texto com tantos clichés, desde o princípio do fim, com a coisa do reino de cavaleiros e mágico, seja lá o que isso for, e "o transmontano é o mais português dos portugueses". Parece uma crónica dos anos 50 escrita num jornal de uma paróquia local.

    ResponderEliminar
  6. "...orgulhoso no amor e mortal no ciúme - as caçadeiras e os revólveres ressoam nos armários, à espera".
    Pode ser picuinhice minha mas eu, português, pouco transmontano me confesso.

    ResponderEliminar

Pérola

Salvo em Portugal, onde as "cartas ao diretor" são quase sempre remoques de reformados ou escribas sem eira nem beira nem leitores...