Há mais de quinze anos, quando conheci pessoalmente o então presidente Lula, ainda antes de lhe apresentar credenciais como novo embaixador português no Brasil, a primeira pergunta que me colocou foi saber qual era o meu clube, em Portugal: “o Benfica ou o Porto?”
Expliquei-lhe que não era nenhum dos dois e estranhou quando lhe respondi que era adepto de “um clube essencialmente católico, porque que só ganha quando Deus quiser”. E acrescentei, para ele perceber melhor: “Um pouco como o seu Corinthians…”
Ontem à noite, lembrei-me bem daquela conversa com Lula.